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Miguel Ângelo Vieira Neves

Fonte: moitasvenda.net
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Miguel Ângelo Neves em 2008. Fotos disponibilizadas pelo próprio através do facebook e msn

Miguel Ângelo Vieira Neves é um indivíduo lisboeta que residiu por algum tempo em Moitas Venda.

Filho de uma moitense, após o seu declínio social devido ao escândalo e abuso sexual que alegadamente protagonizou aos 27 anos entre 2004-2005 com uma menor de 14 anos, foi residir para a Nazaré e mais tarde na Marinha Grande.

Desde o abandono de Moitas Venda, a sua rara presença na localidade restringe-se a alguns eventos festivos e momentos solitários pelas ruas com alguma vigilância feita por alguns habitantes, em favor da população adolescente.

Vida politica

Alegadamente membro do partido político do PS local na altura do escândalo, foi obrigado a retirar-se a pedido de dirigentes representantes do partido em Alcanena devido ao escândalo.

Projectos

Membro do projecto Unimos que tentou implementar e desenvolver em Moitas Venda sem sucesso sustentável e como base propulsionadora para interesse pessoal, impacto social e ganho político revelou-se um fracasso a nível social, técnico e económico tendo sido substituído e suplantado pelo projecto moitasvenda.net e wirelesspt.net.

Vida profissional

Foi gerente de seguros da Generali, sócio num bar na Nazaré e de acordo com a sua página no facebook em 2019, Community Activator at Tabaqueira.

Problemas legais

< em pesquisa >

Código Penal

Artigo 173.º do código penal: Actos sexuais com adolescentes

  1. Quem, sendo maior, praticar acto sexual de relevo com menor entre 14 e 16 anos, ou levar a que ele seja por este praticado com outrem, abusando da sua inexperiência, é punido com pena de prisão até dois anos ou com pena de multa até 240 dias.
  2. Se o acto sexual de relevo consistir em cópula, coito oral, coito anal ou introdução vaginal ou anal de partes do corpo ou objectos, o agente é punido com pena de prisão até três anos ou multa até 360 dias.
  3. A tentativa também é punível.

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